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quinta-feira, 10 de maio de 2012
'O aquecimento global é uma mentira', é o que afirma o Climatologista Ricardo Augusto.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=winWWplmyMk
http://www.youtube.com/watch?v=oJTNJBZxX6E&feature=related
Faça os comentários quando achar necessário.
Cura da AIDS?
domingo, 29 de abril de 2012
Novidades sobre George
Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011
George Solitário, tem mais uma oportunidade de acasalar
A tartaruga é conhecida como George Solitário, porque os cientistas acreditam que é o último exemplar vivo da sua espécie, apesar de décadas de um programa de reprodução em cativeiro.
Numa última tentativa para evitar a sua extinção, tem-se procurado que George tenha descendentes. Nos últimos 20 anos, ele teve duas parceiras de uma espécie semelhante, a Geochelone becki, sem qualquer resultado.
No entanto, George vai ter outra oportunidade de poder reproduzir-se com duas novas parceiras, da espécie Geochelone hoodensis. Estudos genéticos da Universidade de Yale mostraram que as novas parceiras “são geneticamente mais próximas, compatíveis e podem oferecer grandes possibilidades de produzir uma nova prole”.
RETOMANDO O BLOG
VAMOS AO DESAFIO!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
NOVO ENEM 2009
48%
dos 268 mil candidatos aprovados em vestibulares para o ensino superior público em 2007 entraram em universidades federais |
O modelo novo seria um meio-termo entre o formato atual do Enem e o vestibular tradicional: aquele que exige conteúdo extenso e memorização de regras que o aluno raramente vai usar ao longo da vida. Ainda muito adotado em universidades públicas e privadas, esse formato é tido como antiquado pelos especialistas em avaliação. “Eu trabalho com línguas e vejo perguntas de português em alguns vestibulares que não saberia responder sem consultar uma gramática”, diz Gisele Gama, especialista em avaliação educacional. Um exemplo de prova assim é o vestibular da Universidade Federal do Ceará. Em 2008, algumas questões de língua portuguesa apenas verificavam se o candidato lera os livros pedidos. Para isso, uma delas pedia que ele ligasse o nome do personagem a sua descrição.
A principal mudança será inserir a cobrança de conteúdo, sem abandonar a exigência pelas habilidades. “Não somos contra a memorização”, diz Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pela reformulação do exame. “O problema é decorar um monte de informações e não saber aprofundar nada.” No novo Enem, o aluno vai ter de aplicar o conteúdo para resolver problemas em situações novas. São caminhos que não podem ser decorados por meio da prática repetitiva na escola ou no cursinho. O candidato deverá saber as características gerais dos personagens dos livros que vão cair na prova. Mas, além disso, pode ser chamado a encontrar a semelhança entre o comportamento de um personagem e dos jovens brasileiros – relacionando a interpretação do livro com uma tabela estatística do Censo.
Candidatos fazem o Enem no Rio de Janeiro. Com a mudança, serão quatro provas divididas em dois dias
Para elaborar a proposta, o governo se inspirou no sistema americano de avaliação do ensino médio, o SAT, que também funciona como porta de entrada para as universidades. Além da nota, cada universidade tem outros critérios para selecionar alunos.
No Brasil, o vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, é um dos mais próximos do formato proposto para o Enem. A mudança começou em 1987, quando a universidade deixou de usar a Fuvest (o vestibular da Universidade de São Paulo) como prova de seleção. “A Fuvest mudou de lá para cá, mas, na época, houve um diagnóstico de que tinha pegadinhas e decoreba, o que dava vantagem a alunos treinados para a prova e com conhecimento enciclopédico”, afirma Leandro Tessler, coordenador do processo seletivo da Unicamp.
No novo vestibular da Unicamp, as perguntas passaram a valorizar a leitura, a interpretação e o raciocínio. As fórmulas de física e a tabela periódica estão todas lá, no enunciado. A surpresa é que o perfil dos alunos aprovados quase não mudou. O impacto maior foi sobre as escolas da cidade. “O vestibular era uma referência e, com a mudança, elas mudaram também. Passaram a trabalhar o conteúdo de maneira mais contextualizada e a procurar desenvolver o raciocínio dos alunos.”
Se o modelo for aceito na rede federal, há a possibilidade de se expandir às redes estadual e privada. Algumas instituições que já usam o exame como um dos critérios podem aumentar o peso do Enem na classificação. É o caso da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Seu vestibular é composto de prova objetiva, discursiva e redação. Se for superior à nota da objetiva, o Enem prevalece. Mas o peso maior ainda é para o exame discursivo. Segundo Ana Maria Zillocchi, coordenadora do vestibular da PUC-SP, a instituição vai observar o processo nas federais para repensar, no futuro, o peso do Enem em sua classificação: “Ainda é muito cedo para falar, mas a ideia é boa”.
| O vestibular tradicional cobra conteúdo |
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| A questão de matemática abaixo, que caiu no vestibular de 2008 da Universidade Federal do Ceará, pede para o aluno resolver um cálculo de matrizes |
| Formato: para chegar à resposta, o aluno pode simplesmente repetir a fórmula para multiplicação de matrizes que praticou na escola. A questão não verifica se ele aprendeu o conceito de matriz ou se ele saberia usar o cálculo em um contexto diferente |
| O Enem hoje mede o raciocínio |
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| A questão abaixo estava no Enem de 2008. Ela pede ao aluno para fazer um cálculo a partir de um carnê de mensalidade escolar |
| Formato: a questão não exige conhecimento específico de matemática. Para chegar à resposta, basta que o aluno relacione e interprete as informações dadas pelo enunciado |
| O novo Enem deverá exigir conteúdo e raciocínio |
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| O vestibular da Unicamp tem um formato próximo ao que pode ser o novo Enem. A questão abaixo, de 2008, pede ao aluno que resolva um problema a partir de uma situação concreta |
| 3. Considere a sucessão de figuras a seguir. Observe que cada figura é formada por um conjunto de palitos de fósforo. |
| A) Suponha que essas figuras representam os três primeiros termos de uma sucessão de figuras que seguem a mesma lei de formação. Suponha também que F1 , F2 e F3 indiquem, respectivamente, o número de palitos usados para produzir as figuras 1, 2 e 3 e que o número de fósforos utilizados para formar a figura n seja Fn. Calcule F10 e escreva a expressão geral de Fn. B) Determine o número de fósforos necessários para que seja possível exibir concomitantemente todas as primeiras 50 figuras. |
| Formato: o aluno pode responder à questão apenas raciocinando sobre as informações do enunciado, mas isso lhe tomaria muito tempo (no item B, mais do que ele dispõe para fazer a prova toda). Para resolver com agilidade, ele precisa identificar a fórmula que se aplica à situação proposta: fórmula para obtenção de termo da progressão aritmética |
| O gabarito |
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| Confira aqui as respostas para as questões da página anterior |
domingo, 12 de abril de 2009
Charles e George
Hoje, gostaria de usar este espaço para fazer algo simples e necessário: celebrar duas vidas extraordinárias. Elas provavelmente se cruzaram pela primeira e única vez numa madrugada de outubro de 1835, quando um navio britânico de nome Beagle passou pela ilha de Pinta ao deixar o arquipélago das Galápagos, no Pacífico. A bordo dele estava Charles Robert Darwin, 26 anos (com 200 aninhos recém-completados nesta semana). O jovem Charles, naturalista do Beagle, pode ter visto, de longe, o vulcão que domina Pinta e as tartarugas-gigantes que povoavam a ilha. Um desses répteis era a fêmea que, muitas décadas mais tarde, botaria o ovo do qual saiu George.
George, o Solitário, é o réptil mais famoso e ameaçado do mundo, o último exemplar da sua espécie, a Geochelone abingdoni. Neste exato momento, geneticistas, veterinários e conservacionistas estão tentando fazer com que George se reproduza e, assim, mantenha acesa a esperança de que sua espécie não desapareça da Terra. E foi só graças aos esforços do jovem Charles – esforços mais divertidos do que a gente poderia imaginar – que os cientistas de hoje conseguem compreender como e por que George é único. Isso é o que pretendo demonstrar nos parágrafos a seguir.
Brincando de naturalista
Primeiro, que tal uma rápida visão de como era ser naturalista na primeira metade do século XIX? Quem passa os olhos pelo “Journal of researches” (“Diário de pesquisas”), relato das viagens de Darwin com o Beagle, dificilmente consegue reprimir um sorriso, em especial se já foi um moleque curioso, louco para escarafunchar terrenos baldios, pequenos riachos e parques em busca de bichos e plantas. As coisas que o jovem Charles conta sobre sua visita às Galápagos transbordam com essa alegria quase infantil de interagir com coisas vivas nunca antes vistas.
Imagine, por exemplo, o pai da evolução escarrapachado em cima de um casco de tartaruga-gigante. “Eu frequentemente subia nas costas delas e então, dando algumas pancadinhas na parte de trás do casco, elas se levantavam e saíam andando”, conta ele. “Uma das grandes, como descobri, andava no ritmo de 60 jardas [cada jarda tem uns 90 cm] em dez minutos, ou 360 por hora – nesse passo, o animal andaria umas quatro milhas [6,5 km] por dia, sem contar um pequeno descanso.”
É claro que ele parou um pouquinho para observar o acasalamento das criaturas. “Os machos copulam com as fêmeas à maneira das rãs – eles ficam unidos por algumas horas. Durante esse tempo o macho solta um grande urro ou bramido, que pode ser escutado a mais de 100 jardas de distância”, escreve Darwin. Ainda sobram comentários sobre o ar cômico que os pescoços dos bichos tinham quando eles saíam a caminhar.
Até aí, nada de muito científico – a coisa está mais para diário de viagem do que para observações penetrantes sobre o comportamento animal. Mas bastou que Darwin tivesse tempo para ruminar sobre o que viu nas Galápagos para que algumas ideias no mínimo interessantes começassem a se cristalizar. Foi interessante, por exemplo, levar em conta as afirmações de Nicholas Lawson, então governador das Galápagos, segundo o qual cada ilha do arquipélago tinha seu tipo único de tartaruga, com forma, casco e tamanho característicos. Essa diferença não faria muito sentido se as espécies das ilhas tivessem sido criadas diretamente por uma divindade – afinal, todas as ilhas estão perto umas das outras e são parecidas entre si -, mas teria toda a lógica se os animais tivessem chegado inicialmente a uma ou duas ilhas, divergindo lentamente uns dos outros conforme o isolamento em cada pedaço do arquipélago se prolongasse. Evolução em ação, portanto.
Os genes de George
Testes genéticos comprovaram esse modelo de forma muito convincente quando foi demonstrada a semelhança de DNA entre as tartarugas das Galápagos e jabutis bem menores da região do Chaco – basicamente o que aconteceu é que os pobres jabutis acabaram sendo levados pelas ondas da América do Sul até as ilhas. Já está provado que os quelônios aguentam essa jornada maluca. Mais importante ainda, as diferenças genéticas entre as populações de cada ilha (e, pior, até dentro de uma das ilhas) são suficientes para que cada tartaruga seja considerada uma espécie distinta.
E aqui começa a tragédia. A partir do século XVI, navegadores, pescadores e baleeiros passaram a usar as Galápagos como ponto de reabastecimento ou fazenda, criando cabras e capturando tartarugas como forma de ter carne fresca durante a travessia do Pacífico. Mais tarde, museus e zoológicos da Europa e dos EUA entraram na dança, recolhendo espécimes a torto e a direito. O resultado é que quatro das 15 espécies de tartarugas das ilhas estão extintas. George aparentemente é o único exemplar “puro-sangue” que sobrou das tartarugas da ilha de Pinta, tendo sido resgatado por pesquisadores em 1971 e levado para a Estação de Pesquisas Charles Darwin, onde ainda vive.
A espécie tem vida longuíssima e talvez seja capaz de chegar aos 200 anos (ninguém sabe com certeza a idade de George). Quando ele morrer, será o fim? Talvez não. Por um lado, os pesquisadores cercaram George com fêmeas de outras espécies, para tentar levá-lo a produzir ao menos filhotes híbridos, o que ainda não deu certo. Mas recentemente novas análises genéticas flagraram um mestiço da espécie de George com tartarugas da ilha de Española, ainda vivo. Trata-se de um macho também, mas os pesquisadores responsáveis pela descoberta, liderados por Adalgisa Caccone, da Universidade Yale, acham que dificilmente ele é um caso isolado. Achando-se outros híbridos, será possível dar início a um programa de cruzamento que, daqui a algumas gerações, conseguirá resgatar mais de 90% do patrimônio genético da espécie de Pinta.
Sem as observações pacientes e engraçadíssimas de Darwin, a biologia evolutiva jamais teria chegado ao nível de conhecimento necessário para entender a história familiar de George e saber o quanto ele é único. A teoria da evolução é a ferramenta mais bem-sucedida que existe para reconhecer a riqueza e a diversidade da vida que está sob nosso cuidado aqui na Terra. Cá entre nós, ainda sinto que essa aparente tragédia ainda vai terminar como toda boa comédia: em casamento. Feliz aniversário, Charles. Vida longa e bebês de montão, George.
sábado, 28 de março de 2009
NO PRINCÍPIO

OLÁ AMIGOS, ALUNOS E CURIOSOS. ESTOU INICIANDO MEU CAMINHO NESSE MUNDO DE BLOGS. MEU MAIOR INTERESSE É TENTAR CONTRIBUIR COM INFORMAÇÕES QUE MELHOREM OS CONHECIMENTOS E O INTERESSE DAS PESSOAS QUE AINDA ACHAM QUE VALE A PENA LUTAR PELO FUTURO DO NOSSO PLANETA E DA NOSSA SOBREVIVÊNCIA. SOU APENAS MAIS UM BEIJA-FLOR TENTANDO APAGAR O ENORME INCÊNDIO NA FLORESTA. ESPERO CONTAR COM OUTROS BEIJA-FLORES NESSA GRANDE AVENTURA! SEJAM TODOS BEM VINDOS!
